Leve – Chico Buarque (Letras)
Não me leve a mal Me leve à toa pela última vez A um quiosque, ao planetário Ao cais do […]
Não me leve a mal Me leve à toa pela última vez A um quiosque, ao planetário Ao cais do […]
Rato de rua Irrequieta criatura Tribo em frenética proliferação Lúbrico, libidinoso transeunte Boca de estômago Atrás do seu quinhão Vão
– Olá! Como vai? – Eu vou indo. E você, tudo bem? – Tudo bem! Eu vou indo, correndo pegar
A Mangueira não morreu nem morrerá Isso não acontecerá Tem seu nome na história Mangueira tu és um cenário coberto
Lá não tem brisa Não tem verde-azuis Não tem frescura nem atrevimento Lá não figura no mapa No avesso da
Não sei para que Outra história de amor a essa hora Porém você Diz que está tipo a fim De
Não conheço seu nome ou paradeiro Adivinho seu rastro e cheiro Vou armado de dentes e coragem Vou morder sua
Ela desatinou, viu chegar quarta-feira Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando E ela inda está sambando Ela desatinou, viu morrer alegrias,
Esta cova em que estás com palmos medida É a conta menor que tiraste em vida É a conta menor
Já lhe dei meu corpo Minha alegria Já estanquei meu sangue Quando fervia Olha a voz que me resta Olha
Tu ris, tu mens trop Tu pleures, tu meurs trop Tu as le tropique Dans le sang et sur la
Mirem-se no exemplo Daquelas mulheres de Atenas Vivem pros seus maridos Orgulho e raça de Atenas Quando amadas, se perfumam